Agravo

Quando a boca muito fala

E se queixa em demasia

As palavras se perdem

No emaranhado de lamentos, injúrias

E vazios.

Palavras, elas sim,

Janelas da alma.

Não há poema que as salve.

Menina na janela, Márcio Camargo.

Publicado por Ana Luisa Bittencourt

Não sou escritora, nem blogueira. Apenas escrevo, eventualmente, em verso ou prosa.

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