Veredas

há muito dito nos pequenos vãos dessa história

nas muitas quebras onde acaba por entrar a luz

mas eles não minimizam as dores, tampouco mudam os fatos

e as dúvidas arrefecem qualquer condição de normalidade

busco respostas e caminhos sem aflição e sem medo

e não me incomodam mais os pesares alheios

exteriores que são aos meus desejos e a minha irrepreensível humanidade.

Obra de Arkhip Kuindzhi, 1875.

Publicado por Ana Luisa Bittencourt

Não sou escritora, nem blogueira. Apenas escrevo, eventualmente, em verso ou prosa. Meus textos são todos autorais.

7 comentários em “Veredas

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