Sensorial

Sentir o toque, a pele

O perfume, a maciez

Viver a sensação

Arrepiar-se

Fechar os olhos

E entregar-se

Aos beijos, suspiros, desejos

Ouvir os sons e sabores

Ver a dança e os aromas

Degustar a pele

Enlaçar olhares

Prender os lábios

Permitir os sons

Sensuais

Do corpo

Da garganta

Da alma

Viver plenamente o(s) sentido(s)

De tudo.

“Eles se conheceram. Ele a conheceu e a si mesmo, porque ele nunca tinha se conhecido. E ela conheceu-o e a si mesma, porque mesmo tendo-se sempre conhecido, nunca se reconheceu assim.”
(Italo Calvino, O Barão Rampante)

Eterna Primavera, Rodin, 1884.

Publicado por Ana Luisa Bittencourt

Não sou escritora, nem blogueira. Apenas escrevo, eventualmente, em verso ou prosa. Meus textos são todos autorais.

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